Quinta-feira, 2 de Abril de 2009

Penitenciaria utiliza cães para evitar fuga de reclusos

 

 

 

 

 

 

 

 

                               Abacate                                     

O estabelecimento Correccional do Estado de Idaho, um estabelecimento prisional de média segurança na cidade norte-americana de Boise, desde há cerca de duas décadas utiliza cães para evitar a fuga dos mais de 1500 detidos que alberga.

O projecto, que no início criou grandes expectativas, acabou por mostrar que não só era viável, como era extremamente eficaz, e com o passar do tempo o número de animais acabou por ir aumentando e neste momento é de 36 o número de cães que guarda o perímetro da prisão. A cada momento, 24 estão ao serviço e 12 estão a descansar ou a receber treino específico com um técnico, em sistema de rotatividade.

Para manter estes fiéis guardas em boas condições, o estabelecimento prisional gasta cerca de cem mil dólares do seu orçamento anual em alimentação.

Os animais seleccionados provêm de canis estaduais e muitos deles estavam condenados à morte, caso ninguém os quisesse adoptar. Neste serviço são utilizados cães de várias raças, no entanto, as mais representadas são os pitbull, os pastores belgas e os rottweiler.

Alguns destes animais estavam condenados ao abate por serem extremamente agressivos, e agora patrulham o espaço em redor da prisão, evitando as tentativas de fuga. Nos últimos vinte anos nenhum preso conseguiu fugir, a única tentativa de fuga acabou com a detenção do fugitivo por parte dos guardas, depois de os cães terem dado sinal que alguém se movimentava dentro do espaço onde não era suposto ninguém circular.

Os cães circulam num corredor que foi criado em redor de toda a prisão. Os prisioneiros ficam num espaço restrito, dentro deste corredor de onde, durante os períodos de recreio, podem observar os animais e pensar duas vezes antes de tentar a fuga.

Uma estimativa de custos aponta para que, caso estes cães fossem substituídos por guardas prisionais e por outros detectores electrónicos, o controlo de fugas custaria anualmente cerca de trezentos mil dólares.

Durante a segunda guerra mundial, muitos cães foram treinados para fazer vigilância de estabelecimentos prisionais, em muitos casos em locais criados especificamente para manter os prisioneiros de guerra. Porém, as sucessivas acções de protesto de várias entidades e de muitos sectores levou a que, gradualmente, os cães fossem deixando de guardar prisioneiros e que, aos poucos, fossem sendo treinados na busca de drogas e explosivos, em muitas prisões um pouco por todo o mundo.

 

 

Fonte: bicharada.net

 

publicado por animalover às 12:09

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